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Empresários cobram melhorias definitivas nos centros comerciais de Porto Velho

Por: CDL PORTO VELHO 24 de janeiro de 2019
Empresários cobram melhorias definitivas nos centros comerciais de Porto Velho

Os problemas dos centros comerciais de Porto Velho só têm aumentado nos últimos anos, o que tem gerado enorme insatisfação dos proprietários de lojas e imóveis nessas localidades. Além de ter que vencerem a grave crise econômica que perdura por mais de 4 anos – causando fechamento de empresas, desemprego e queda na arrecadação de impostos – os micro, pequenos, médios e grandes empresários todos os dias tem que lutar contra a insegurança pública, concorrência desleal, sujeira nas ruas, avenidas e praças de Porto Velho e também os constante alagamentos ocorridos por falta de drenagem pluvial e entupimento dos bueiros. E agora, mais um ingrediente de gosto amargo para os empresários: a greve dos ônibus, que já dura cinco dias, paralisou de vez o comércio de Porto Velho.

Todo esse caos está provocando grande revolta no meio empresarial. Na tarde de ontem, 23/1, dezenas de empresários da Sete de Setembro se reuniram na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas para discutir os problemas e sugerir solução para os problemas. Grande parte sugeriu que os empresários precisam se unir e mostrar a força do segmento. Mas, o sentimento geral é de muita revolta o que pode gerar, nos próximos dias, movimentos mais radicais como interdição de avenidas, suspensão de pagamento de tributos, fechamento de lojas e desemprego em massa.

A presidente da CDL, Joana Joanora, relatou que todas as entidades que representam o setor produtivo de Rondônia estão irmanadas em defender melhorias para a população, para à cidade e os empresários. Informou que estão participando e acompanhando de perto a tramitação da lei que irá implantar o estacionamento rotativo nos centros comercias, que já visitaram várias vezes a Semusb e intimaram o secretário Wellem Prestes para que cumpra o código de posturas de Porto Velho. Joanora informou que já foram realizadas várias reuniões com a dra. Flávia Mazzini, que responde pela Promotoria de Urbanismo, e que está em curso um inquérito civil para responsabilizar os órgãos públicos que estão omissos em suas atribuições. Já está decidido que tão logo a dra. Flávia Mazzini retorne do recesso do judiciário, as entidades se reunirão novamente com ela para que seja acelerada uma decisão que obrigue o poder público a agir e resolver de uma vez por todas essas questões que estão causando a falência do comércio de Porto Velho.

Fonte: Assessoria CDL

 

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